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Universitárias bebem além do limite com mais frequência que homens

 

Universitárias bebem além do limite com mais frequência que homens

Mulheres em idade universitária ultrapassam os limites indicados de bebida alcoólica com mais frequência que homens, mostra um estudo do NIAAA (Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo, em tradução livre), nos Estados Unidos.

De acordo com as diretrizes do instituto, os limites de bebida alcoólica são diferentes entre homens e mulheres: quatro copos por dia e catorze copos por semana para homens; três copos por dia e sete copos por semana para mulheres.

"Os limites semanais [na quantidade de bebida alcoólica] são recomendadas para evitar efeitos nocivos a longo prazo, tais como doenças do fígado e câncer de mama. Ao ultrapassar os limites semanais com mais freqüência do que os homens, as mulheres estão se colocando em maior risco a longo prazo", afirmou Bettina B. Hoeppner, professora assistente da Faculdade de Medicina de Harvard.

Crack é usado por miseráveis porque é barato

 

Crack é usado por miseráveis porque é barato

A explicação é tão simples que parece óbvia, mas para o especialista Dartiu Xavier da Silveira apenas o preço define o fato de que na Cracolância se fuma o crack. A droga vicia tanto quanto qualquer outra, inclusive o álcool, e as taxas de sucesso no tratamento são as mesmas. A diferença é que, neste caso, o “ser miserável” precede o “fumar crack”. Qualquer política de combate ao uso da droga tende ao fracasso, se não for precedida de uma política social conseqüente. Silveira define o lobby da comunidade terapêutica para drogados junto ao Sistema Único de Saúde (SUS) como “pesado”, e diz que a ação policial na Cracolândia é simplesmente “política e midiática”.

O grande equívoco da ação policial do governo do Estado de São Paulo e da prefeitura da capital na chamada Cracolândia, o perímetro onde se aglomeram moradores de rua e dependentes de crack na cidade, definiu, de cara, o fracasso da operação: o poder público partiu do princípio de que a droga colocou aqueles usuários em situação de miséria, quando na verdade foi a miséria que os levou à droga. Esse erro de avaliação, segundo o psiquiatra e professor Dartiu Xavier da Silveira, por si só já desqualifica a ação policial. 

Consumo excessivo de álcool coloca em risco desenvolvimento dos jovens

 

 

Consumo excessivo de álcool coloca em risco desenvolvimento dos jovens

Legislação que controla propaganda não se aplica à cerveja e bebidas ice, já que o teor alcóolico dessas substâncias não ultrapassa 13º Gay-Lussac (GL).

Nos finais de semana à noite é comum ver os bares e boates lotados de jovens, geralmente com uma latinha de cerveja na mão. Para se enturmar e relaxar, muitas vezes eles abusam do álcool, colocando em risco a própria vida e a dos outros. De acordo com Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (ABMT), 30% dos acidentes são provocados por motoristas embriagados, na maioria homens com idade entre 14 e 40 anos de idade. E o governo está ciente do problema: em junho de 2009, o Ministério da Saúde lançou o Plano Emergencial de Ampliação de Acesso ao Tratamento e Prevenção em Álcool e outras Drogas (Pead) voltado aos 100 maiores cidades brasileiros (com mais de 250 mil habitantes), todas as capitais e sete municípios de fronteira. O psiquiatra Tiago Figaldo, médico do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica de que forma o álcool afeta os sentidos.

"Eu sou viciado em sexo"

 

"Eu sou viciado em sexo"

O drama de quem perdeu a família, o emprego e até a saúde para atender a um desejo insaciável e doentio. Como identificar e tratar esse distúrbio do prazer

Ricardo, engenheiro carioca de 41 anos, passou grande parte de seus anos de faculdade na noite. Saía desde terça-feira e se achava um garanhão: fazia sucesso com as amigas dos amigos. Quando não havia mais a quem ser apresentado, Ricardo passou a dedicar cada vez mais tempo a encontrar novas parceiras. Os amigos, as conversas e mesmo os estudos foram ficando para trás. A qualquer lugar que ia, sua preocupação era encontrar mulheres. A urgência era tão grande que um dia foi pego por um policial fazendo sexo com uma mulher dentro do carro, na Lagoa Rodrigo de Freitas. Por pouco não foi parar na delegacia. Desconfiou que tinha um problema quando a fixação no sexo o levou a trancar a faculdade. 

Abuso de Drogas e Dependência

Abuso de Drogas e Dependência

 

 

 

Muitas pessoas não entendem como e por que algumas pessoas se tornam viciadas em drogas. Supõe-se frequentemente, erradamente, que os toxicodependentes não têm moral ou será suficiente e que eles poderiam parar de usar drogas, se eles só estavam dispostos a mudar seu comportamento. Na realidade, a toxicodependência é uma doença complexa e parar de usar drogas não é dado com a simples intenção ou vontade de fazer. Na verdade, porque as drogas mudar o cérebro de uma maneira que promova o seu abuso compulsivo, pare de usá-los é difícil, mesmo para aqueles que estão dispostos a fazer. Graças aos avanços científicos que hoje conhecemos muito mais precisão como os medicamentos funcionam no cérebro e sabemos também que a dependência de drogas pode ser tratada com sucesso a si mesmos, contribuindo assim para o viciado parar de usar drogas e retomar uma vida produtiva.

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